27
Jan 11

Mesmo não sabendo tu como o fazer…

 

Procuro…fico. Não encontro as palavras

A dizer… num dia de frio e de tristeza vil.

Se é assim solta-me destas horríveis amarras

Vãs…que me ferem vilmente mais que mil

 

Mais que vil, mil…dores desmedidas

Mais que um vento pausado e cortante.

Ais de dores, por ti, em mim infligidas

Ecoam nas paredes do meu semblante.

 

Porque insistes em dizê-lo e em querer sê-lo?

Se não o sabes ser? Porque me obrigas a dar razão

A quem não queria que a tivesse? Pelo

Menos foi bom habitares meu coração.

 

Mesmo não sabendo tu como o fazer…

 

 

publicado por ladonortedalua às 13:25

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